Relatório elaborado pelo Ministério do Trabalho também mostra que o salário médio de homens e mulheres na instituição é equivalente
Sete em cada dez funcionários da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) são mulheres, enquanto mais da metade dos profissionais são pessoas negras. Esse é o perfil dos 311 trabalhadores da instituição contratados pelo regime da CLT, apresentado no Relatório de Transparência e Igualdade Salarial de Mulheres e Homens do 2º semestre de 2026.
Apurado ao final de junho pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o diagnóstico mostra que as mulheres representam 71,1% de todos os profissionais com carteira assinada da Fundação, enquanto os homens correspondem a 28,9% do total. Já as pessoas negras equivalem a 51,8% do conjunto de empregados.
Segundo o departamento de Recursos Humanos, essa composição do grupo de trabalhadores se deve à cultura da organização, estruturada por princípios que buscam promover uma sociedade fraterna, pluralista, livre de preconceitos, justa e sustentável.
Indicadores salariais
Além de apresentar a composição do quadro de funcionários das instituições privadas, o diagnóstico produzido pelo MTE tem por objetivo comparar salários, remunerações e a proporção de cargos ocupados por mulheres e homens.
Nesse ponto, a FESPSP apresenta salário contratual mediano equivalente entre homens e mulheres, enquanto a remuneração mensal média das mulheres corresponde a 103,2% do recebido pelos homens.
O Relatório de Transparência e Igualdade Salarial é um documento semestral previsto na Lei nº 14.611/2023 para instituições privadas com 100 ou mais empregados. A emissão determinada pela chamada Lei da Igualdade Salarial teve início em 2024.
O Relatório de Transparência e Igualdade Salarial de Mulheres e Homens do 2º semestre de 2026 completo está disponível para consulta no portal da FESPSP na internet, assim como os dados de períodos anteriores.

